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A Era da Liberdade



A Era da Liberdade
Quero este título no livro para que as pessoas percebam que a era do medo acabou. Que acabou o tempo da espera. Espera para ser feliz, espera para crescer, para evoluir.
Chegou o tempo do reconhecimento, o tempo da esperança, precisamente num novo tempo.
Quero este título, para que as pessoas percebam que não digo coisas só por dizer, mas porque tudo o que não tem volta tem que mudar.
Mudar radicalmente.
E a energia da violência que domina a terra não tem volta.
O homem está violento. O mundo está violento. Temos que mudar a energia da terra antes de mudar a terra. Não adianta querer mudar a terra e manter a energia densa que lá está. O homem passou a última metade do século passado a tentar lutar contra os homens que causavam medo nos homens. Esqueceram-se de lutar contra os seus próprios medos. Pior do que o medo que o homem infringe a outro homem é o medo que o homem infringe a si próprio.
Por fim, quero este título, para que todos saibam que vem aí a Era da Liberdade, onde todos se libertarão das suas amarras, dos seus próprios medos, das suas limitações, e poderão, enfim, iniciar o voo para uma vida melhor.

Jesus



11 de Fevereiro 2004 - 17:00
Quando os homens conseguirem compreender a nossa lógica, o que é que estão aí a fazer, no dia em que eles compreenderem que os conceitos são simples, de uma simplicidade impressionante, quando os homens conseguirem aceitar que a lógica a que estavam habituados já não serve para esta experiência que fazem na matéria, nesse dia estarão preparados para começar a andar.
Por isso é que enviamos a perda, para que eles percebam que a lógica que usam está errada. A perda serve para que tenham obrigatoriamente que procurar outra lógica.
Os homens precisam da perda. Infelizmente só a perda lhes pode fazer perceber que a lógica é outra.
A partir do momento em que, através da perda, o homem desmonte essa lógica, a partir daí, começa a ficar aberto para outro tipo de lógica.
Estas mensagens que te dito há quase um ano e meio fazem parte desta nova lógica.
Repensar o mundo material. Pensar nele de outra maneira, de uma maneira mais universalista, mais una.
Sem sistema dual, sem os contrários, sem esse constante movimento que os humanos fazem cada vez que escolhem uma coisa e lutam contra outra, o seu contrário.
Tudo o que é dual tem o seu contrário. Tudo o que tem o seu contrário exige uma escolha. Sempre que se tem que escolher, tem que se julgar.
Sempre que se julga, rejeita-se um dos lados, sempre que se rejeita um dos lados e se escolhe o outro, desarmoniza-se a matéria, atrai-se a perda.
Porque a matéria é isso. Atrai-se a perda até parar de se julgar, parar de querer estar de um lado e não de outro, até estar uno.
Atrai-se a perda até estar-se uno.

— E o que é estar uno?

É já não distinguir nem escolher. É viver o que se tem para viver e seguir para onde tiver que se seguir. E ir sempre para onde está a unidade e não para onde está a divisão.
Ser uno é ter vivenciado cada uma das partes do todo sem rejeitar nenhuma delas, até conseguir restituir o todo dentro de si próprio.

Jesus



5 de Novembro 2004 - 20:00
A espiritualidade é a prática de perceber que o que sentimos dentro do coração vai sendo cada vez mais forte na nossa vida. Chega uma altura em que a pessoa só deseja sentir aquele amor outra vez, aquela paz outra vez, aquele estado uno, de fusão com o universo outra vez, e todos os apelos da matéria, quer sejam os bens materiais, o consumo, o ter, deixam de fazer o menor sentido. Espiritualizar-se é isso. É encontrar o mundo novo, a terra prometida.
Por isso é que eu faço tanta questão de que ensines as pessoas a deixar o ego e os desejos do ego, tipo "eu quero desta maneira", "eu quero daquela maneira", ensines a não levar para o céu a mente da matéria. Porque visto a comunicação com o céu ser muito mais subtil e a comunicação na matéria ser muito mais densa, as pessoas que não abandonarem a densidade da matéria para se elevarem, chegam cá acima e não percebem a subtileza da comunicação com o céu. Não alcançam, sentem-se ainda mais ansiosas, ainda mais nervosas, ainda mais densas. Cada vez mais ligadas, aí em baixo, à matéria.
Primeiro, há que mudar mentalidades, promover o desapego, a perda de densidade.
Promover a aceitação. O que é, é.
O que o céu me propõe, eu aceito. Não quero nada, não desejo nada, aceito o que vier. E assim, sem expectativas, completamente a zeros, vão-se iniciando nesta viagem magnífica pelo céu adentro, pela imensidão do mundo paralelo e incomensurável chamado infinito.

Jesus



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